4 dicas de como validar uma ideia e usar o MVP na empresa

Saber como validar uma ideia determina o sucesso de uma nova iniciativa, além de evitar gastos desnecessários e perda de tempo. Essa ação é crucial para empresas em crescimento, que não podem arriscar alto, mas precisam incrementar produtos.

Para além de todas as necessidades de melhoria, podemos dizer que o que motiva um método de validação é o fato de que “na prática, a teoria é outra”. Ou seja, as apostas que todos fazemos na eficiência das nossas ideias não são garantidas.

Neste artigo, você vai aprender o que é MVP e encontrará algumas dicas para implementá-lo na sua empresa, sendo capaz de testar novas ideias metodicamente. Leia até o fim!

O que é Mínimo Produto Viável (MVP)

Trata-se de uma metodologia comprovada para a criação de um produto o mais rápido possível, para que ele seja logo testado no mercado em que pretende se inserir. O conceito de Produto Mínimo Viável, ou MVP (do inglês Minimum Viable Product), envolve alguns passos básicos:

  • definição dos problemas que ele soluciona;
  • determinação de qual é o público ao qual ele se destina;
  • delimitação dos problemas que ele se propõe ou não a resolver.

O MVP parte do pressuposto de que gastar muitos meses desenvolvendo algo que pode não ser absorvido pelo seu mercado seria perda de tempo e dinheiro. Logo, ele é uma espécie de resumo que pode ser colocado à venda e testado.

Dicas para validar uma ideia

Abaixo, segue um pequeno guia em ordem cronológica para você criar o seu produto mínimo, levando em consideração cada aspecto que ele deve atender e testar.

1. Crie o MVP

O MVP deve atender a um público específico (evitando ser genérico). Mais que isso, deve ajudar a solucionar um problema também específico desse público e, como dissemos, ter bem delimitado o que faz e o que não faz.

Repare que o produto mínimo é uma espécie de versão reduzida do que ele vai ser algum dia. No entanto, as outras aplicações dele e as melhorias só vão ser realizadas quando você tiver opiniões suficientes dos usuários.

2. Comece a captar os primeiros clientes

O perfil do público deve ser bem específico. As chamadas “buyer personas” (uma definição muito mais direcionada que a do “público-alvo) devem ser elaboradas.

O MVP testa tanto se esse consumidor tem aderência ao seu novo produto quanto se é ele mesmo que vai consumi-lo, analisando aspectos relevantes, como a relação custo-benefício e o poder aquisitivo dessas pessoas.

3. Resolva um problema real

Se um Produto Mínimo Viável for capaz de solucionar um único problema desse público, a ideia já se validou. Depois, você pode fazer melhorias incrementais, que ataquem outros problemas.

Assim, é possível medir o retorno de cada investimento em ajustes na forma e no conteúdo de embalagens, por exemplo, melhorando a sua ideia sem que ela deixe de ser sustentável financeiramente.

4. Estude o mercado

O maior benefício do MVP é permitir estudar o mercado logo que o produto começa a ser consumido. Assim, você evita longos períodos de criação e diminui os custos caso a ideia não dê certo.

Se ela se mostrar inviável, não desanime. É para isso mesmo que o MVP serve. Agora, você pode dedicar o tempo da sua equipe a outro produto ou ideia.

Validar rapidamente uma criação ajuda a economizar tempo e dinheiro, além de fornecer um conhecimento valoroso de mercado. Mesmo que ela se mostre inadequada, você já ganhou bastante com os testes e o aprendizado.

Gostou de saber como validar uma ideia por meio do MVP? Já começou a fazer seus testes? Deixe um comentário abaixo, compartilhando os seus resultados!

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